A quem interessa a “indústria da violência doméstica”?

O Brasil tem criado uma verdadeira “indústria da violência doméstica” nos últimos anos: um verdadeiro pacote de leis e iniciativas de caráter bastante duvidoso, cujos quais se alega ter a finalidade de “proteger” a mulher da violência doméstica.

Na realidade, não há um intuito de proteger as mulheres, há um intuito, antes de tudo, eleitoreiro, conforme já denunciado neste periódico (https://fanfula.com.br/2025/12/04/democracia-feminista-ate-onde-o-legislador-pretende-chegar/), mas antes de tudo, há outro interesse ainda mais sórdido, por detrás de tudo isso, a destruição da família brasileira.

Diversos advogados e advogadas, atuantes no direito criminal, têm conhecimento do significativo número de falsas denúncias envolvendo estupro e violência doméstica, que inclusive resultam em condenação dos acusados, tão somente com base na palavra da vítima, sem qualquer outro elemento probatório mínimo. Nos Estados Unidos, por exemplo, um estudo revelou que cerca de 1/3 dos condenados por estes crimes, eram pessoas que, em algum momento posterior, era verificada a inocência destes condenados (https://www.conjur.com.br/2014-fev-16/estudo-mostra-porque-tantos-inocentes-sao-condenados-prisao-eua/).

No fundo, o rigor excessivo no combate à violência doméstica, tem três finalidades muito claras; 1) desestabilizar os lares e fragilizar a instituição familiar; 2) promover um encarceramento em massa de homens de classe média baixa e de classe baixa, aumentando a vulnerabilidade econômica destas famílias; 3) aumentar a dependência econômica das famílias afetadas pela violência doméstica, aos programas sociais do governo, permitindo assim que o governo desenvolva uma espécie de controle mais incisivo sobre esta população.

Quem alegar que tais alegações são um devaneio de minha parte, é porque não tomou conhecimento da recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que decidiu que as mulheres vítimas de violência doméstica tem direito ao BPC/LOAS (https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-12/stf-confirma-beneficio-para-mulheres-vitimas-de-violencia) e o direito de se afastar do trabalho por conta da violência doméstica (https://noticias.stf.jus.br/postsnoticias/inss-e-empregador-devem-garantir-salario-de-mulheres-afastadas-do-trabalho-por-violencia-domestica-decide-stf/). Este tipo de situação aumenta a dependência destas pessoas ao assistencialismo estatal e, por consequência, o Estado consegue aumentar mais o seu controle sobre a vida destas pessoas.

E tudo isso é pauta da ideologia marxista: Karl Marx sempre realizou críticas ao modelo de família tradicional burguês (https://www.gazetadopovo.com.br/ideias/cinco-coisas-que-marx-queria-abolir-alem-da-propriedade-privada-52c730vzjw6a9gan8mh900g3i/). Por este motivo, obviamente que a esquerda global, de orientação marxista, conspira pela destruição da instituição familiar e, no outro polo, a direita neoconservadora corrompida, acaba por colaborar com este plano sórdido, ante a sua inércia e interesses puramente eleitoreiros. Desta forma, a esquerda marxista executa seu plano, com a assinatura dos neoconservadores, atribuindo-lhes a culpa do punitivismo, quando, na realidade, trata-se de todo um projeto sórdido bem estruturado.

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