A Corregedoria da Emdurb concluiu uma investigação interna que apurou possíveis irregularidades na destinação e venda de materiais descartados após danos causados por um vendaval no Terminal Rodoviário de Bauru. Entre os itens envolvidos estavam telhas e luminárias que, segundo a apuração, foram comercializados sem a observância dos procedimentos administrativos exigidos.
No relatório final, a Corregedoria apontou falhas graves de gestão e responsabilidade administrativa, especialmente por parte da cúpula da empresa. Diante disso, foi sugerida a demissão da presidente da Emdurb, Gislaine Magrini, e de dois diretores, Bruno Primo e Levi Momesso, por suposta condução inadequada do processo e descumprimento de normas internas.
Além da recomendação de desligamento dos dirigentes, o documento também indica a abertura de processos administrativos contra outros servidores que teriam participado ou se omitido diante das irregularidades identificadas. O caso ganhou repercussão política e administrativa no município, levantando questionamentos sobre transparência e controle na gestão de bens públicos.
A decisão final sobre as eventuais demissões não é automática e caberá à prefeita de Bauru, que analisará o relatório e definirá se acata ou não as recomendações feitas pela Corregedoria. Paralelamente, o episódio é alvo de apuração no Legislativo, por meio de uma comissão instaurada para investigar os fatos e esclarecer a destinação dos recursos obtidos com a venda dos materiais.






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