A quem interessa perseguir o Frei Gilson?

Um sacerdote católico, que se tornou um ícone na internet, graças às suas lives, que atraem milhares de espectadores, foi denunciado pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) pela prática de homofobia (https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/ex-seminarista-denuncia-frei-gilson-ao-mp-por-homofobia/).

Ao lermos o teor do que respaldaria a referida denúncia, nota-se que trata-se de uma inconteste perseguição de caráter praticamente político, contra a figura pública do Frei Gilson, que tem conseguido ser voz ativa do catolicismo para milhares de brasileiros, uma vez que os elementos que respaldam a dita “homofobia” estariam relacionados a falas que este teria proferido em homilias, ou seja, no desempenho de sua função como líder religioso cristão católico.

Neste sentido, não é nada coerente a referida denúncia, quando existem pastores evangélicos que fazem a mesma coisa, às vezes até de maneira muito mais explícita. Ao contrário, qualquer um que tenha lido a Bíblia, uma vez na vida, independentemente de sua crença ou não no livro sagrado, sabe qual é a posição do cristianismo com relação à homossexualidade há mais de dois mil anos. Desta forma, católicos e evangélicos não teriam como dizer algo diferente do que se encontra no livro sagrado em que ambos acreditam: ou seja, não é homofobia, mas crença religiosa.

Assim sendo, o que se observa é uma tamanha desproporcionalidade que tem um motivador bastante diverso daquele alegado na denúncia: o Ministério Público diz que quer punir a homofobia, mas na verdade está a serviço daqueles que querem macular a imagem de uma pessoa de origem humilde, que se tornou um fenômeno nas redes sociais, divulgando o evangelho e a palavra de Deus.

Desta forma, perseguir o Frei Gilson, não é do interesse de nenhum cristão honesto e de boa-fé, mas sim algo que, conforme a práxis acusatória brasileira, busca sufocar aquilo que é do povo para agradar os interesses da “elite caviar” brasileira, que não aceita que a opinião, valores, cultura e crenças populares sejam contrárias aos seus interesses elitistas e alinhados a agenda globalista que visam deturpar a fé e degenerar a sociedade ocidental.

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